terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Um canto à poesia





Um canto à poesia


O poeta sonha, pois sonhar é transcender a realidade instável,
Jogo da vida, arte Divina.
Chora, pois sua alma busca elevação,
Destino final do vencedor.
Ri, pois o riso é expressão de paz,
Felicidade, essência da vida...
Confia, pois confiar é amar,
E o amor é Deus.
Entrega, pois entregar é um desafio,
E para a poesia não existem limites.

A arte desliza suave na imensidão do inconsciente,
Bússola interna que impulsiona a livre expressão.
Materializa-se através da caneta do sonhador,
Insigne instrumento que traduz a criatividade da alma numa folha,
E encanta corações ressonantes.

Sublime é encantar-se com a vida,
Sonhar o sonho bom,
Viver em paz no presente
E aberto para o futuro,
Que sempre será agora...

Ah, o que seria do mundo sem a poesia?
O que seria a vida sem música?
E o que seríamos nós sem o sentir?
Viveríamos sem a mais perfeita tradução...

Mergulho profundo, brandura,
Deleite, leveza, emoção...
Eis aqui um singelo canto à poesia,
Emanação sublime do coração.

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